Nesta segunda-feira (16/02), a Prefeitura de Porto Alegre divulgou que o primeiro caso de mpox do ano foi confirmado no município. A pessoa que teve resultado positivo para a doença é um morador da Capital, mas que pegou a infecção fora do Rio Grande do Sul. Em 2025, a cidade registrou 11 casos da doença, que é causada por um vírus que pertence ao mesmo grupo da varíola.
O Executivo orientou sobre cuidados para evitar a contaminação pelo Mpox durante o Carnaval. A administração municipal destaca que a doença é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.
Também alertou que a prevenção começa antes da folia. É necessário examinar a pele e observar a presença de bolhas ou feridas, e caso existam, a orientação é procurar uma unidade de saúde. Além disso, recomendou evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas na pele.
Outras medidas preventivas incluem a higienização frequente das mãos, evitar o compartilhamento de objetos e o uso de máscaras. Os sintomas aos quais os foliões devem ficar atentos são febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e ínguas, seguidos do surgimento de lesões na pele.
Dois casos em São Paulo
Em janeiro, a Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de mpox do grupo lp no estado. Tratava-se de um homem, de 39 anos, morador de Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro no Brasil, ficou internado um dia, já teve alta e retornou para o seu país de origem. A mpox do grupo lp é mais agressiva e pode ser letal.
Em setembro de 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a mpox, doença viral que afeta principalmente a África, não é mais considerada uma emergência de saúde pública internacional. A decisão foi tomada com base na queda contínua do número de casos e mortes nos países mais atingidos.
Foto: Raquel Kothe / Divulgação / Fonte: Correio do Povo.
Autor: Departamento de Jornalismo/Vang FM